Redescobertas e Reconstruções
“Ensinar exige a convicção que a mudança é possível.” Paulo Freire
13/04/2012
Para pensar(15): PIAGET
"O principal objetivo da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram;; homens que sejam criativos, inventores e descobridores; o segundo objetivo é formar mentes que possam ser críticas, que possam analisar e não aceitar tudo que lhes é oferecido". [Piaget - 1970]
21/03/2012
As TAs na escola: ges~tando uma formação
A partir do material informativo do Curso de Formação continuada para professores da rede pública "Atendimento Educacional Especializado - AEE", que compartilho abaixo com vocês a seguir, estou organizando alguns encontros de formação dos meus colegas de AEE para aproximação deles comas TAs. Uma iniciativa para minimizar a defasagem de nossa atuação junto aos alunos deficientes que estão em nossas escolas.
"Não basta o recurso em si ou um serviço se o aluno com deficiência não estiver inserido nas atividades comuns a todos os alunos. Há que existir o encontro entre a tecnologia e a educação, como afirma Mantoan:
O desenvolvimento de projetos e estudos que resultam em aplicações de natureza reabilitacional são, no geral, centrado em situações locais e tratam de incapacidades específicas. Servem para compensar dificuldades de adaptação, cobrindo déficits de visão, audição, mobilidade, compreensão. Assim sendo, tais aplicações, na maioria das vezes, conseguem reduzir as incapacidades, atenuar os déficits: fazem falar, andar ouvir, ver, aprender. Mas tudo isto só não basta. O que é o falar sem o ensejo e o desejo de nos comunicarmos uns com os outros? O que é o andar se não podemos traçar nossos próprios caminhos, para buscar o que desejamos, para explorar o mundo que nos cerca? O que é o aprender sem uma visão crítica, sem viver a aventura fantástica da construção do conhecimento? E criar, aplicar o que sabemos, sem as amarras dos treinos e dos condicionamentos? Daí a necessidade de um encontro da tecnologia com a educação, entre duas áreas que se propõem a integrar seus propósitos e conhecimentos, buscando complementos uma na outra. (MANTOAN, Mimeo).
A TA só tem significado se o aluno estiver inserido em ambiente inclusivo e o ambiente só é inclusivo quando as pessoas reconhecem e valorizam as diferenças.
Neste sentido, a TA tem como foco o aluno e seu ambiente o que nos leva as seguintes questões: Como identificar a TA apropriada ao aluno? Como obtê-la? Como se dá o processo que vai da identificação da necessidade até a implementação da TA no contexto de vida do aluno?
Zaballa (1995) reflete sobre a subutilização, abandono e falta de conhecimentos dos professores sobre a TA a ser utilizada pelos alunos na escola. Propõe, então, um instrumento denominado SETT que é uma abreviação de STUDENT (aluno), ENVIRONMENT (ambiente), TASK (tarefa) e TOOLS (ferramenta). O SETT considera, em primeiro lugar, o aluno, o ambiente e as tarefas exigidas para a participação ativa do aluno neste ambiente e, finalmente, define as ferramentas necessárias
para o aluno realizar estas tarefas."
Espero poder compartilhar com minhas colegas os conhecimento adquiridos ao longo de anos de estudos e práticas junto aos alunos na busca por metodoligias que facilitem a aprendizagem dos alunos em vários ambientes da escola.
"Não basta o recurso em si ou um serviço se o aluno com deficiência não estiver inserido nas atividades comuns a todos os alunos. Há que existir o encontro entre a tecnologia e a educação, como afirma Mantoan:
O desenvolvimento de projetos e estudos que resultam em aplicações de natureza reabilitacional são, no geral, centrado em situações locais e tratam de incapacidades específicas. Servem para compensar dificuldades de adaptação, cobrindo déficits de visão, audição, mobilidade, compreensão. Assim sendo, tais aplicações, na maioria das vezes, conseguem reduzir as incapacidades, atenuar os déficits: fazem falar, andar ouvir, ver, aprender. Mas tudo isto só não basta. O que é o falar sem o ensejo e o desejo de nos comunicarmos uns com os outros? O que é o andar se não podemos traçar nossos próprios caminhos, para buscar o que desejamos, para explorar o mundo que nos cerca? O que é o aprender sem uma visão crítica, sem viver a aventura fantástica da construção do conhecimento? E criar, aplicar o que sabemos, sem as amarras dos treinos e dos condicionamentos? Daí a necessidade de um encontro da tecnologia com a educação, entre duas áreas que se propõem a integrar seus propósitos e conhecimentos, buscando complementos uma na outra. (MANTOAN, Mimeo).
A TA só tem significado se o aluno estiver inserido em ambiente inclusivo e o ambiente só é inclusivo quando as pessoas reconhecem e valorizam as diferenças.
Neste sentido, a TA tem como foco o aluno e seu ambiente o que nos leva as seguintes questões: Como identificar a TA apropriada ao aluno? Como obtê-la? Como se dá o processo que vai da identificação da necessidade até a implementação da TA no contexto de vida do aluno?
Zaballa (1995) reflete sobre a subutilização, abandono e falta de conhecimentos dos professores sobre a TA a ser utilizada pelos alunos na escola. Propõe, então, um instrumento denominado SETT que é uma abreviação de STUDENT (aluno), ENVIRONMENT (ambiente), TASK (tarefa) e TOOLS (ferramenta). O SETT considera, em primeiro lugar, o aluno, o ambiente e as tarefas exigidas para a participação ativa do aluno neste ambiente e, finalmente, define as ferramentas necessárias
para o aluno realizar estas tarefas."
Espero poder compartilhar com minhas colegas os conhecimento adquiridos ao longo de anos de estudos e práticas junto aos alunos na busca por metodoligias que facilitem a aprendizagem dos alunos em vários ambientes da escola.
03/02/2012
Adaptação de material pedagógico
Professores e colegas,
Continuando as reflexões propostas pelo curso de AEE e socializada aqui neste blog, considero importante o uso pedagógico de materiais adaptados, pois estes contribuem significativamente para o enriquecimento das experiências de aprendizagem, levando-se em conta o desafio posto no cotidiano dessas pessoas com limitação visual para a representação mental e construção conceitual de objetos do meio onde vivem. Assim, o uso das sucatas para a confecção de material pedagógico é uma alternativa para tornar o aprendizado dos cegos mais interessantes e significativos, driblando a falta de recursos pedagógicos para o trabalho com os PNEs no sistema educacional. Visto que a construção dos materiais pedagógicos que, intencionalmente subsidiam o trabalho do educador, não ocorre fortuitamente, mas sim, com um propósito determinado e necessário
a funcionalidade específica do processo de construção da organização sócio-econômicocultural e do desenvolvimento tecnológico e científico dos sujeitos em questão Então, utilizando ...
##potes de margarina ou caixas de papelão pequenas, podemos construir jogos para o letramento de conceitualização de objetos:
# parte externa: em faces diferentes, colar figura de objetos (que foram trabalhadas para destacar características desse em relevo, utilizando cola relevo, barbante, colagem em EVA, tecidos, papelão e diferentes materiais) e a letra inicial desse vazada em EVA e a mesma trabalhada em Braille para a familiarização com esse código de linguagem.
#parte interna: colocar coleções desse objeto em miniaturas. Podemos utilizar a mesma organização para trabalhar quantidades substituindo as figuras por algarismos, a inicial desse número e as coleções dispostas no interior representando as quantidades relacionadas ao algarismo/signo externo;
##baralho, podemos construir as cartas com cartoplex ou de EVA: registrando os algarismos/signos numéricos vazados ou em relevo com barbante ou tinta relevo nos cantos e na parte central da carta dividi-la em duas partes, numa delas fazer colagem de pequenos objetos (botões, sementes, palitos e outros) referente a quantidade expressa, e na outra registrar em braille o numeral.
Assim, o manuseio com os materiais pedagógicos possibilita ao aluno trabalhar com imagens e movimentos, que promovem uma maior flexibilidade de reflexão, maior abrangência e possibilidade distintamente diferenciada de constituir e ampliar o processo de exploração conceitual proposto.
Deficiência visual: algumas alternativas
para iniciar um trabalho com alunos incluídos na sala de aula "regular".
Curso para formação dos professores para o Atendimento Educacional Especializado, parceria MEC/UFSM
Módulo VI - Deficiência Visual: REFLEXÕES
O suporte teórico desse módulo caiu como um presente para o meu trabalho na equipe de apoio a inclusão, em minha região. Um dos casos que acompanho, justamente, trata-se da inclusão de um aluno com baixa visão e hidrocefalia, fato que iniciou por meio judiciais. Portanto, nesse contexto, atuo no auxilio as professoras da sala regular e da sala de recursos que o assistem, essa última colega tem formação para o atendimento de alunos com deficiência mental, ela ficou tão ansiosa quanto os demais professores dele. Assim, deu-se iniciou as interações com os professores envolvidos no sentido de ouvi-las em suas dúvidas e medos, organizar os esforços que demandavam individualmente e orientar e/ou organizar algumas práticas pedagógicas para favorecer a aprendizagem e a adaptação do menino aos novos ambientes escolares. Nesse sentido, fiz as seguintes as seguintes intervenções: troca da sala de aula, pois a estrutura contava com assoalho de madeira e vinha prejudicando a adaptação do menino a escola, já que esta era uma sala grande com uma divisória para acomodar duas turmas. Diminuindo a interferência de sons da sala contígua, de um 5º ano, cujo assoalho de madeira e a divisória improvisada permite integrar os ambientes para reuniões. Na sequência, foi sugerido que se organizasse uma rotina de trabalho com: ### Jogos de Orientação Auditiva para a turma, por exemplo, todos fecham os olhos e alguém faz um som p/ os demais colegas tentarem identificar quem fez o som ou imitação de animais, a fim de propiciar a organização espacial e identificação dos colegas do menino PNEs, que até então nunca frequentara aquela escola. Até então, com alguma regularidade ia à APAE de SC. Conforme minhas observações neste caso e as leituras do módulo enfatizam afirmações anteriores das colegas do curso que o tato é o sentido predominante nas pessoas com deficiência visual: cegueira ou baixa visão, e, portanto, devemos explorar e propiciar atividades que aperfeiçoem essa percepção e a leitura delas sobre o meio. “A consciência tátil geral será adquirida mais rapidamente pela criança cega, se a elas forem apresentados objetos familiares no ambiente que elas exploram.” (LIMA, 1998) Assim, com base em algumas informações sobre a rotina desenvolvida até ali, foi sugerido:
## atividades de percepção tátil para toda a turma, como o jogo da Caixa Surpresa, onde os alunos tocam objetos do interior da caixa sem vê-los e com a intervenção da professora vão descrevendo características desses antes de tentar nomeá-los;
A organização espacial me pareceu ser o segundo ponto a ser trabalhado para que o aluno se sentisse mais seguro, já que muito da agitação dele era visivelmente resultante da insegurança dele sobre o meio, assim foi sugerido:
## Sentar sempre no mesmo lugar na sala de aula, preferencialmente, perto do professor para facilitar orientação auditiva, que é segundo sentido predominante. Sendo interessante que os demais alunos também ficassem sem fazer trocas de lugar com frequência e sempre que o fizessem que o fato fosse socializado com ele - "trabalhar a organização do espaço a partir dos sons".
Ao professor foi orientado que: sempre ao fazer o atendimento individual dos alunos, informasse ao aluno PNEs quem seria atendido para ele saber o porquê do afastamento do professor e identificar quem vai receber o atendimento.
Curso para formação dos professores para o Atendimento Educacional Especializado - UFSM
Olá, colegas professores, amigos da rede que acompanham por aqui algumas reflexões e práticas pedagógicas que são socializadas enquanto possibilidades para se fazer educação com mais qualidade no Brasil.
Estou em um novo desafio, um mergulho na área da Educação Especial, cujas mudanças tem mexido profundamente com a sociedade.
Aqui, espero socializar material de estudo e reflexões que são necessárias para a construção de novas práticas pedagógicas. Nessa caminhada espero contar com a colaboração de vocês, pais, professores que se preocupam com a educação e com o outro, ser humano, estejam vocês envolvidos diretamente ou não com a inclusão de portadores de necessidades especiais.
O Projeto de Implantação de Sala de Recursos Multifuncionais começou a ser desenvolvido pela Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação, a partir do ano de 2005. De lá até hoje o número de salas implantadas aumentou, sendo justificada pela implantação da nova política de Educação Especial. Acompanhe os números:
| Ano | N. de salas de recursos multifuncionais | N. de professores matriculados |
|---|---|---|
| 2005 | 250 | 500 |
| 2006 | 325 | 1075 |
| 2007 | 625 | 1200 |
| 2008 | 4300 | 13000 |
| 5500 | 15775 |
Com essas ações, o MEC busca fortalecer o processo de inclusão educacional nas classes comuns do ensino regular e apoiar os sistemas de ensino na organização do atendimento educacional especializado.
De acordo com as Diretrizes Nacionais de Educação Especial para a Educação Básica, o atendimento em salas de recursos constitui serviço de natureza pedagógica, conduzido por professor especializado, que suplementa, ou complementa o processo de escolarização. Esse serviço realiza-se em espaço dotado de equipamentos e recursos pedagógicos adequados às necessidades educacionais especiais dos alunos, podendo estender-se a alunos de escolas mais próximas, nas quais ainda não exista o atendimento. Pode ser realizado individualmente ou em pequenos grupos em horário diferente daquele em que freqüentam a classe comum.
A sala de recursos multifuncional é um espaço organizado com materiais didáticos, pedagógicos e dispõe de profissionais com formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais, que considere as diferentes áreas e os aspectos relacionados: ao estágio de desenvolvimento cognitivo do aluno; ao nível de escolaridade; aos recursos específicos para sua aprendizagem; e as atividades de complementação e suplementação curricular.
O atendimento educacional especializado nas salas de recursos caracteriza-se por ser uma ação do sistema de ensino no sentido de acolher a diversidade ao longo do processo educativo, constituindo-se em uma alternativa empreendida pela escola para oferecer o suporte necessário às necessidades educacionais especiais dos alunos favorecendo o seu acesso ao conhecimento.
Após a implantação das salas de recursos multifuncionais, se faz necessário formar professores para atuação nesses espaços educacionais, apresentando novas perspectivas de acesso ao conhecimento, possibilitando o desenvolvimento de metodologias mais diversificadas e atualizadas, ao mesmo tempo em que auxilia a superação de barreiras atitudinais, pedagógicas e de acesso ao currículo, proporcionando a inclusão educacional. O atendimento educacional especializado realizado em salas de recursos multifuncionais deve ser mediado por professor com conhecimentos sobre: atividades pedagógicas para atender às necessidades educacionais especiais dos alunos; utilização de recursos computacionais, ajudas técnicas e de adequações necessárias para participação e aprendizagem no processo educacional.
O Curso para formação dos professores para o Atendimento Educacional Especializado, desenvolvido na modalidade a distância, pretende ser o instrumento utilizado, em âmbito nacional, para promover a formação docente para atuação nas salas de recursos multifuncionais. Ele está na 6ª edição.
13/11/2011
Surdez e as mídias: construindo pontes e acessibilidade/PARTE 03
9. Observações:
As turminhas são constituídas por crianças que estão se apropriando das LIBRAS, primeira língua a ser iniciada na escolarização. Então, os alunos estão num estágio entre a substituição dos gestos pelas letras em LIBRAS. Os alunos relacionam as letras das LIBRAS com os signos da língua materna, mas ainda não há fluência para a expressão escrita, visto que isso resulta de um trabalho profundo onde a família e não só a escola é protagonista desse processo de construção de linguagens. Portanto, o tempo de alfabetização na duas línguas é diferente do tempo dos ouvintes, mesmo quando o aluno passa a usar aparelho para audição.
A atividade proposta para 2ª etapa sofreu adaptação para que todos pudessem apreciar os vídeos produzidos com eles com as histórias vistas no site. Então, após assistir os vídeos os alunos registraram a história que mais gostaram através de desenhos e nesse momento também se percebe que há diferenças significativas entre eles na “expressão” por meio dos desenhos. Vale ressaltar que nem todos os alunos encontram na família a continuidade no uso das LIBRAS para a comunicação e esse envolvimento ou não da família é determinante para o sucesso ou não no processo de construção da linguagem gestual ou escrita, comunicação.
As professoras emprestaram a voz no registro das histórias contadas pelos alunos para os ouvintes.
Nessa escola, a partir do 5º ano os alunos são incluídos em classes regulares, passando a contar com o apoio de interpretes no turno contrário para o desenvolvimento das atividades escolares.
LOGO TEREMOS OUTROS VÍDEOS PRODUZIDOS PUBLICADOS AQUI
Agradecimento Especial:
A escola, que abriu as portas para um trabalho diferenciado, depositando total confiança nos profissionais envolvidos, professores da escola e a pesquisadora, pois em nenhum momento, ficaram membros da equipe diretiva da escola supervisionando o que estava acontecendo e nem houve tentativas de direcionar os trabalhos ou sugestionar opiniões.
As professoras parceiras, Aline e Ivanir, pelo envolvimento e compromisso com a causa da inclusão, pois mostram-se abertas a construção de novas vivências pedagógicas voltadas para os surdos, disponibilizaram recursos da escola, como projetor de multimídia, para tornar mais prazeroso o trabalho dos alunos, e que nem fora previsto nesse trabalho. A solicitude dessas profissionais na organização do material para a publicação na internet permitiu idealizarmos novas parcerias para a construção de outros materiais didáticos envolvendo as mídias para qualificar o uso das LIBRAS, isto é, a correção de gestos, e potencializar a fluência na expressão escrita.
Surdez e as mídias: construindo pontes e acessibilidade/PARTE 02
2ª etapa: Aula na sala de recursos, 11/11/11. (60 minutos)
Os alunos irão assistir aos vídeos produzidos, no dia anterior, fazer a apreciação desse material, colaborar com a identificação das histórias contadas em LIBRAS e escolher dois vídeos que serão publicados na Internet, inicialmente, como registro dessa atividade. A seguir, farão o registro da história que mais gostaram através de desenhos.
Produção de áudio para acompanhar os vídeos na internet.
7. Recursos de apoio: computadores da Sala de Aula Digital, notebook, internet, lápis de cor, folha pautada e A4 para desenho das crianças que ainda não se alfabetizaram.
8. Estratégias de acompanhamento da atividade:
Com a mediação das professoras parceiras Aline e Iva, responsáveis pelas turmas dos anos iniciais, 1º ao 3º ano, da Classe Especial para Surdos, as atividades serão orientadas. Nosso grupo de trabalho será composto por 10 alunos, cada professora atende uma turma de 5 alunos.
Os alunos escolherão a forma de participar dessa atividade: explorando o site, participando da contação de história via gestos e LIBRAS, auxiliando os colegas na apresentação da historinha ou só assistindo.
Surdez e as mídias: construindo pontes e acessibilidade/PARTE 01
Esse projeto foi produzido para a Formação de Professores em TICs Acessíveis.
PROFESSOR CURSISTA: Rosane Cardoso Garcia
PROFESSOR PARCEIRO: Aline Miguela Barcelos Teles
Ivanir Teresinha Auler Baldissera
ESCOLA DE APLICAÇÃO: Escola Estadual de Ensino Fundamental Santo
Agostinho
Site: http://www2.uol.com.br/ecokids/hq.htm Atividade do site: História em Quadrinhos - “A corrida”, “Brincadeiras Perigosas” e “Ajudante de cozinha”.
Período de desenvolvimento da atividade: 10/11/11 à 11/11/11
Período de desenvolvimento da atividade: 10/11/11 à 11/11/11
2. Características sensório-cognitivas exigidas para a realização da atividade:
Percepção visual, raciocínio lógico, coordenação viso-motora, leitura e escrita.
3. Habilidade a ser desenvolvida:
Leitura, interpretação e expressão escrita e via LIBRAS
3. Habilidade a ser desenvolvida:
Leitura, interpretação e expressão escrita e via LIBRAS
4. Objetivos:
Despertar no aluno o gosto pela leitura;
Estimular a criatividades, expressão escrita e o uso da LIBRAs;
Interagir com as Tecnologias da Informação e Comunicação,
Levar o aluno a conhecer o potencial das mídias: computador, máquina digital e internet na socialização do conhecimento construído na escola.
5. Conteúdo:
5. Conteúdo:
Preservação do meio ambiente, inclusão, acessibilidade, cooperação.
6. Desenvolvimento da atividade:
6. Desenvolvimento da atividade:
1ª etapa: Aula semanal no laboratório de informática, 10/11/11. (60 minutos)
Inicialmente, os alunos receberão a orientação geral sobre os trabalhos na Sala de Aula Digital, isto é, que utilizarão o computador e Internet, e serão fotografados e/ou filmados durante os trabalhos para posterior publicação na Internet, conforme o retorno das autorizações dos pais. A seguir, com orientação do professor da Classe Especial, interprete, os alunos irão acessar a Internet. Será introduzido o uso do Buscador enfatizando a sua funcionalidade.
Nessa oportunidade, serão enfatizados os Cuidados com o uso da Internet.
A Navegação na Internet/SITE será orientada para o trabalho de leitura das histórias em quadrinhos. Após , os alunos serão convidados a contar uma das histórias que leram, sendo filmado durante o procedimento, isso se dará de forma individual, enquanto os demais colegas exploram livremente o site.
Acompanhe parte de nossa aventura no link:
Formação Continuada em Tecnoogias de Informação e Comunicação Acessíveis no alto Uruguai
Estou participando da
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS e
as proposta desse curso está possibilitando muitas mudanças em minha vida. Essa experiência permite nos livrarmos de algumas vendas do preconceito que engessam a educação, visto que para muitos profissionais o sucesso do trabalho depende de boas turmas. E que na realidade não existem, pois o mundo e as escolas são constituidos pela diversisdade de raça, credos e culturas.
Vivemos em um mundo de muitas cores, onde as distâncias e o tempo por meio da tecnologias têm novo sendido, adquiriram outra dimensão. Nesse mundo colorido cabem muitas histórias sobre pessoas, sujeitos que possuem formas muito distintas de se inteirar e ver o mundo em moldes nada convencionais para os antigos padrões escolares.
Vou registrar aqui algumas histórias de sucesso e de buscas em tornar mais eficiente por meio da TICs o trabalho com alunos PNEEs que frequentam as escolas públicas do alto Uruguai.
08/11/2011
Formação Continuada de Professores em Tecnologias Acessíveis
O material de suporte para o curso é muito rico, a palestra do profº Claudio Baptista, da PPGE/UFRGS, indicada para um dos trabalhos foi muito interessante e vou socializá-la por aqui. Busquei na internet e localizei outros textos dele sobre a inclusão, como: "A Inclusão e seus Sentidos: entre Edifìcios e Tendas". Assim, o texto com as perguntas mais frequentes, da palestra: "Inclusão Escolar: Quais os sentidos?", dá o tom do que foi essa vivência, de acordo com os textos e vídeo, a presença dos alunos PNEEs,“os diferentes”, no ensino comum contribui para que nos questionemos sobre a capacidade da escola e dos sistemas educacionais promoverem a educação dos alunos em geral. Essa provocação que está posta com a presença dos alunos PNEEs em muitas das nossas escolas leva-nos a desacomodações que transformam a vida de todos os sujeitos envolvidos. A partir deste contexto algumas mudanças tornam-se urgentes e exigem uma discussão ética sobre as possibilidades e os limites do ato de ensinar e aprender. Nos últimos anos, enquanto, professora de Matemática, no ensino médio, eu pude acompanhar 2 alunos com limitações cognitivas e físicas, sendo que a menina tinha essas limitações combinadas, cuja determinação e dedicação aos estudos superavam em muito os alunos ditos normais, sendo que o maior empecilho deles, nem era a acessibilidade da escola, e sim a mentalidade de alguns professores que não estavam abertos a trabalhar com o diferente e nem tinham interesse em fazer diferente o seu fazer pedagógico. Portanto, a inclusão requer que a escola como um todo esteja envolvida reconstruindo o espaço pedagógico para incluir além dos alunos PNEEs também os alunos que estão à margem do sistema. Visto que, “as crianças que são identificadas como “da educação especial” tendem a se concentrar no grupo das classes populares, pois geralmente as desvantagens sociais e culturais se confundem com as questões de aprendizagem”, conforme afirma o Prof. Cláudio Roberto Baptista e eu mesma consegui comprovar, trabalhando em uma escola particular e também numa escola pública da periferia. A segregação dos grupos ocorria de forma “natural” conforme o poder econômico nas duas escolas, não constituindo um fenômeno isolado no contexto da escola particular.
Acredito que ao ambiente do TELEDUC não será problemas, visto que já trabalhei neste enquanto cursista e professora multiplicadora do NTE. Achei muito agradável a organização e proposição das tarefas elaboradas pela universidade. Gostaria de saber a previsão de duração do curso, visto que haverá, possivelmente, renovação de alunos nas turmas?
O trabalho com os texto e vídeos foi muito enriquecedor e a interação com os colegas e formadores construtiva, creio que meu desempenho e dedicação, na etapa inicial, foram ótimos. Sei que para a próxima etapa terei de caprichar na programação do tempo para a escrita – adoro escrever e ler, pois o meu filho mais novo, o Lourenço, está com 3 anos, e exige muita atenção quando estamos juntos em casa, isso acontece na parte da noite.
07/11/2011
Tecnologias Assistivas na escola e na vida dos PNEEs
Foi uma experiência bem interessante, pois já trabalhei em outra formação com o PROJETO AMORA do LEC e me pareceu que o trabalho da equipe do NIEE segue a mesma linha, o que é maravilhoso para os alunos PNEEs e os professores que os acompanham nessa caminhada da busca pelo saber.
A busca por sites com atividades pedagógicas para nossos alunos PNEs revelou-se mais desafiadora do que eu pensava, pois a maioria dos sites são informativos sobre legislação e direitos que ainda não são respeitados. Essa busca levou muito mais tempo do que eu previ, mas valeu apena ao final, pois no site: http://www.vejablog.com.br/deficientes/ , que funciona como um agregador de blogs e outros sites com temas que abrangem o cotidiano dos portadores de necessidades especiais encontrei um link para:
# Livros Falados - Audioteca Sal e Luz, esse site é muito legal para alunos PNEEs com Deficiência Visual, DVs. Ele oferece um acervo bem interessante de livros didáticos para os alunos e abre espaço para receber contribuições para aumentar o acervo; disponibiliza acesso so DOSVOX entre outros serviços para os DVs e os profissionais que acompanham essa caminhada.
# Dicionário Libras, nesse site me surpreendi com a variedade de aplicativos para internet que abrangem várias áreas do conhecimento além da instrumentalização de leigos para o uso da LIBRAS.
Creio que no site agregador há muitas outras possibilidades a serem exploradas e que serão muito ricas para outras deficiências.
O curso tem sido um elo eficiente para que possamos estar revendo o foco do trabalho nosso no Núcleo Tecnológico Educacional de Erechim, pois muito pouco se fez no sentido de instrumentalizar os professores para o uso das Tecnologias Assistivas, certamente, por falta de conhecimento, ação que estamos sanado com a participação nesse curso e a forma como tem sido proposto o trabalho muito têm nos estimulado e feito repensar nossas práticas.
Na verdade, sempre que se pensa nos PNEEs se repensa os fazeres nesse processo se qualifica os processos, repensamos a acessibilidade e quem ganha são os ditos normais que acompanham ou participam desse contexto, pois a vida nunca mais será a mesma ao se colocar no lugar desses írmãos.
26/10/2011
Seminário Regional dos NTEs do RS: Erechim
Os professores tiveram a oportunidade de pensar a sua formação, a influência das mídias na aprendizagem e identificar o potencial dos trabalhos desenvolvidos em parceria com os Núcleos de Tecnologia Educacional, NTEs.
Ver algumas fotos.
24/10/2011
Seminário Regional dos NTEs do RS
Erechim sediará o 1º Seminário Regional do NTEs da região norte do RS
# 25ª CRE/Soledade #20ª CRE/Palmeira da Missões
# 39ª CRE/Carazinho
Público-alvo: professores e educadores da rede pública dos municípios das cinco regionais que aqui se encontrarão e alunos do curso magistério.
Local: Colégio Estadual Haideé Tedesco Reali
Data: 25 de outubro de 2011
Horário: 8h 30’ às 17h 30’ com intervalo para almoço
Dinâmica dos trabalhos contemplará: Palestra com a professora Adriana Richit, Doutora em Educação Matemática pela UNESP, Rio Claro, SP; Professora Adjunta I da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, Campus de Erechim - Erechim, RS; Membro Associado do Grupo de Pesquisa em Informática, outras Mídias e Educação Matemática – GPIMEM.
Socialização de boas práticas pedagógicas com o uso das mídias para a promoção de aprendizagens que se desenvolveram nos municípios das cinco regionais que aqui estarão:
# 7ª CRE/Passo Fundo # 15ª CRE/Erechim# 25ª CRE/Soledade #20ª CRE/Palmeira da Missões
# 39ª CRE/Carazinho
Público-alvo: professores e educadores da rede pública dos municípios das cinco regionais que aqui se encontrarão e alunos do curso magistério.
15/10/2011
Dia do Professor
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Fonte:
Recebi essa informação via e-mail,.
valeu, Evinha!!!!
Parabéns, pela profissional que és e pela dedicação ao ofício de professor!!!!!
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Fonte:
Site www.unigente.com
Recebi essa informação via e-mail,.
valeu, Evinha!!!!
Parabéns, pela profissional que és e pela dedicação ao ofício de professor!!!!!
06/10/2011
A Idade e a Mudança: mudar é fundamental!
Lya Luft é maravilhosa, como sempre, no texto a seguir:
"Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar..."
"Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar..."
Steve Jobs: empreendedor do mundo das tecnologias, gênio da publicidade, ...
ousado, perfeccionista, criativo, inovador, ... Não cabem adjetivos para descrever esse homem genial.
Ele era tudo isso, mas principalmente, um visionário no mundo dos negócios que fez da Apple uma gigante no mercado cujo compromisso com a qualidade dos produtos é inigualável.
Ele era tudo isso, mas principalmente, um visionário no mundo dos negócios que fez da Apple uma gigante no mercado cujo compromisso com a qualidade dos produtos é inigualável.
Ele conseguiu mudar o mundo que vivemos, transformando o telefone em algo mais do que um equipamento para falar.
A manchete que varreu o mundo ontem:
Nesse discurso temos noção do potencial comunicativo de Steve Jobs.
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